Do chão batido para uma nova história

Essa é uma história de muitos capítulos. E como toda boa narrativa, não poupa surpresas, risos e lágrimas. Em 1987 se chorava a partida do fundador, Maximiliano Gaidzinski. A tristeza da perda foi compensada pela certeza de que o esforço empenhado por ele ao longo de toda a vida para fazer da Eliane uma empresa de sucesso não havia sido em vão.
Aquela referência tão importante que ergueu um império a partir de uma massa falida em 1959 permaneceria viva na memória e guiaria muitas ações ao longo dos anos seguintes. Baseada nos valores enraizados por seu Milo, a Eliane se expandia cada vez mais.
Um ano depois daquele triste 87, outra “partida” daria um novo significado à década de 80 – a partida da Eliane III. Em 1988 nascia uma nova unidade que iria consolidar a tecnologia de monoqueima na produção de revestimentos por meio de fornos a rolo. Na contramão da crise que enfrentava o Brasil, a Eliane virou a página e continuou a gerar emprego e renda, contribuindo de forma decisiva para o desenvolvimento de pessoas e regiões onde atuava.
Protagonista da própria história e acostumada às muitas reviravoltas da vida real, a Eliane voltaria a repetir alguns fatos tantos anos depois. Mais uma vez na contramão de uma crise – agora do mercado da construção civil – voltaria a erguer paredes de chão batido para ousar mais uma vez, e mais uma vez na Eliane III. Resgate de boas lembranças dos que viveram aquele ano de 88 e sentimento totalmente novo para quem viu nascer uma nova fábrica, na atualidade.
O ano de 2020 não foi precedido por um episódio controverso como aquele em 87, mas já começou colocando à prova. Aqui na Eliane, o que se mostrou foi a força de vontade e coragem para reverter qualquer crise que o país tenha vivenciado nos últimos anos. Uma obra de muitos autores, escrita a bem mais que quatro mãos, que fez nascer uma nova fábrica de porcelanatos de grande formato no Brasil.
O P4, para os íntimos, brilha de novo, encanta de bonito, e surpreende de eficiente. Mais de 20 mil m² de área construída com capacidade para produzir mais de 300 mil m² de revestimentos cerâmicos por mês – o imponente formato 120x120cm que passa a fazer parte do portfólio próprio da Eliane.
Essa é uma história de muitos capítulos, lembra? Afinal, são 60 anos. E por que ainda nos surpreendemos tanto? O ano começou provando mais uma vez que essa é a essência de gente trabalhadora que transforma massa falida e chão batido em realidade e empreendimento de sucesso.







