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Tradução

Blog Eliane
Tendências

O design das coisas

3 min de leitura | admineliane
O design das coisas

Por que o design tem papel tão importante? Porque todos os objetos com os quais as pessoas lidam, desde o ato de sentar em uma cadeira ou digitar um e-mail, passam não só pela finalidade para a qual eles foram criados, mas também pela experiência de interação que ele oferece. Assim, ela pode ser boa ou não, tudo depende de como cada coisa foi projetada.


Sobre isso, Winnie Bastian, arquiteta, curadora de design e jornalista especializada no assunto, editora do site e do perfil do Instagram Design do Bom, opina que o mandamento “a forma segue a função”, forjado pelo arquiteto norte-americano Louis Sullivan (um dos principais nomes da escola de Chicago e já chamado de “o pai dos arranha-céus”) continuará a fazer sentido.


 



Para ele, a emergência do UX Design, ou seja, a atenção à experiência do usuário, é um marco importante para a área. “No livro ‘The design of everyday things’, Don Norman faz essa analogia. Por exemplo, quando eu vou pegar um bule, eu tenho uma usabilidade nisso, tem uma jornada, uma forma de usar que vai me dar um certo resultado. E essa visão faz sentido tanto no ambiente físico, como no virtual”, comenta. Ele ainda destaca a importância de outra personalidade importante da área: o designer Tim Brown presidente da IDEO, empresa que desenvolveu o primeiro mouse. Autor da obra ‘Design Thinking’, Brown defende que o design, na verdade, está sempre resolvendo problemas. “E aí, a gente tem um ponto de virada muito interessante. Porque os limites do design se perdem. Ele passa a ser uma espécie de agente social articulador da sociedade. Hoje a gente fala tanto de design genômico, quanto de design de sobrancelhas. Cara, isso é incrível, é maravilhoso porque mostra que design é uma palavra social, todo mundo usa”, festeja Douglas.


Experiência funcional e afetiva


Mas tanto a experiência de usabilidade quanto a resolução de problemas passam por uma dimensão fundamental para humanos: o afeto que perpassa objetos presentes em ambientes que inspiram e afloram sentimentos, como a casa.


O designer André Grippi conta que quando criança, gostava de contornar cada parte da mobília com meus brinquedos. Foi crescendo curioso pelas formas e pela disposição dos móveis.”, conta. Douglas aponta que, no futuro, o design vai estar cada vez mais ligada às emoções. E nesse aspecto, pondera sobre a ideia de forma e função cunhada pela Bauhaus. “Como é que produzo tristeza ou alegria? Veja a Alexa, assistente virtual da Amazon, que nos remete a um rádio relógio antigo que tinha na casa da avó. Só a aparência já faz você se aproximar do uso da Alexa. O que nos leva a pensar sobre o julgamento da Bauhaus a respeito de forma e função. Hoje a gente entende que a aparência também exerce uma função, que ela é tão complexa quanto a engenharia”, afirma.


“Então assim, quando a gente pensa em jornada do usuário, a aparência é tão importante quanto a função. Porque o passo a passo que te leva a utilizar certo produto, faz surgir um comportamento ou sentimento, que também passa por formas e texturas. Olha que legal, a gente tá dizendo que design produz comportamentos, uma dimensão extremamente interessante”, diz Douglas.


 


 




Sustentabilidade tem tudo a ver com afeto


André acredita que o design tem papel não só de organizar e facilitar a vida. Para ele, no futuro o design será capaz de equilibrar harmonicamente tecnologia, afeto e aconchego emocional. “A pandemia causada pelo Coronavírus deixou evidente o impacto da carência afetiva, tão importante quanto questões relacionadas à higiene. Acho que veremos no design uma busca por um pertencimento maior à natureza, com menos impactos ambientais”, diz.


Além da busca por produções que gerem menos impacto na natureza e utilizem matérias-primas de forma consciente, a indústria do design tem pensado no ciclo completo do produto. “Por exemplo, um berço. Se eu tiro as laterais, ele vira uma cama, prolongando a vida útil do móvel.”, lembra Winnie. Para ela o mundo passa por transformações onde a consciência ambiental tem ganhado cada vez mais força, em que o pensamento coletivo tende a ressurgir, onde as pessoas buscam por objetos com histórias e o consumo tende a diminuir.


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