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Casa modular, vivendo como nômades

Casa modular, vivendo como nômades

A Casa Modular Flock, obra do artista Mary Mattingly construída no Battery Park, em Manhattan, desafia transeuntes para imaginar como seria  vida se a humanidade volta-se às suas raízes nômades. O projeto construiu essa casa no parque de Manhattan como parte do River to River Festival do Rio.

A Casa de Mattingly é um cruzamento entre uma barraca e domo geodésico, e atualmente está acampada em um campo perto da estação de metrô Bowling Green no Battery Park. As estruturas foram concebidas para existir por conta própria, ou para ser fundidas com outras casas modulares. Com o aumento da população mundial, Mattingly imagina um momento em que o crescimento urbano em espiral ficará fora de controle, e assim, essas casas modulares serão uma solução viável.

As casas modulares, podem ir além de juntarem-se umas as outras, elas podem juntar-se aos edifícios da cidade, sugando o seu calor, as concessionárias de energia, como um parasita. As Casas Flock também pode subsistir por conta própria, coletando água da chuva, cultivando plantas para alimentação e criando energia elétrica através de de painéis solares e ou até mesmo através de fontes humanas como bicicletas.

Mas Mattingly não tem a intenção da construir uma casa completamente autônoma, cada casa poderá oferecer um benefício e repartir com outros, uma casa gerar energia, outra capta água das chuvas e outra cultiva plantas para alimentação. Para praticar o que ela prega, Mattingly viveu em Casa Flock e outros as usaram como estúdios sob uma ponte de Manhattan, antes de serem transportados para o Battery Park.

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